Português da Mercearia
O Manuel, dono da mercearia, já cansado de ouvir piadas referentes aos seus conterrâneos, resolveu proibir que se contassem piadas de português no seu estabelecimento.
Como era uma cidade pequena, e a mercearia do português era o único ponto de encontro, todos tiveram que concordar com a imposição do gajo.
Uma semana depois, chega na cidade o caixeiro-viajante, que nãoesta sabendo de nada. Como de costume, a tardinha, todos se reúnem e começam a tomar cerveja e a contar anedotas. Não deu outra, o caixeiro-viajante saca logo uma piada de português.
- “Tinham dois portugueses que trabalhavam em uma padaria …”
O Manuel, de antena ligada, cortou logo o barato:
- “OOOOOPPPPPPPAAAAAAAA, podes paraire, aqui estais proibido decontaire piadas de português.”
E ai começa essa discursao sobre censurar piadas, que conhecemos muito bem.
O caixeiro-viajante pergunta então ao português:
- “Tudo bem, não vou contar piada de português. Posso entãocontar uma de japonês?”
O gajo concorda:
-“De japonês podes!”
E então o caixeiro-viajante começa:
-“Tinham dois japoneses que trabalhavam em uma padaria. Um se chamava Manuel e o outro Joaquim …”
Como era uma cidade pequena, e a mercearia do português era o único ponto de encontro, todos tiveram que concordar com a imposição do gajo.
Uma semana depois, chega na cidade o caixeiro-viajante, que nãoesta sabendo de nada. Como de costume, a tardinha, todos se reúnem e começam a tomar cerveja e a contar anedotas. Não deu outra, o caixeiro-viajante saca logo uma piada de português.
- “Tinham dois portugueses que trabalhavam em uma padaria …”
O Manuel, de antena ligada, cortou logo o barato:
- “OOOOOPPPPPPPAAAAAAAA, podes paraire, aqui estais proibido decontaire piadas de português.”
E ai começa essa discursao sobre censurar piadas, que conhecemos muito bem.
O caixeiro-viajante pergunta então ao português:
- “Tudo bem, não vou contar piada de português. Posso entãocontar uma de japonês?”
O gajo concorda:
-“De japonês podes!”
E então o caixeiro-viajante começa:
-“Tinham dois japoneses que trabalhavam em uma padaria. Um se chamava Manuel e o outro Joaquim …”
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